domingo, 19 de junho de 2011

A vacina contra a Hepatite-A

A vacina contra a hepatite A foi obtida a partir do vírus inativo, é considerada bastante eficaz e não tem quaisquer contra-indicações.


Causas: O vírus da hepatite A é mais comumente transmitido através da ingestão de água e alimentos contaminados pelas fezes de pessoas infectadas.

Sintomas: Febre, fadiga, perda de apetite, náusea, vômito, dor abdominal, urina escura, dor nas articulações e icterícia (cor amarela nos olhos ou na pele).

Tratamento: A detecção da hepatite A se faz por exame de sangue e não há tratamento específico, esperando-se que o paciente reaja sozinho contra a doença. Normalmente, a hepatite A não se torna crônica.

Prevenção: A melhor forma de prevenção para hepatite A é através da vacinação, a qual é recomendada para todas as crianças. Também pode-se ajudar na prevenção ao lavar as mãos com sabão e água quente após usar o banheiro, trocar fraldas, ou antes de preparar alimentos.

OBS: A vacina da Hepatite A é tomada em duas doses, sendo feito um reforço seis a 12 meses após a primeira dose; a eficácia esperada é de 100%.





Typhim Vi

A febre tifóide é uma doença infecciosa potencialmente grave, causada por uma bactéria, a Salmonella typhi. A doença tem distribuição mundial, sendo mais freqüente nos países em desenvolvimento, onde as condições de saneamento básico são inexistentes ou inadequadas.


Sintomas: Fadiga, dor de cabeça, febre e dores abdominais, podendo aparecer manchas avermelhadas pelo corpo e causar prisão de ventre ou diarréia. Em sua forma mais severa, a febre tifóide pode provocar disfunções no cérebro, e, às vezes, hemorragias. Se a bactéria invadir a corrente sanguínea pode provocar uma infecção generalizada.

Transmissão: A doença é contraída pela ingestão de água e alimentos contaminados pelas fezes de uma pessoa, que foi infectada por este microorganismo.

Tratamento: Nos casos leves e moderados, o médico pode recomendar que o tratamento seja feito em casa, com antibióticos orais. Os casos mais graves devem ser internados para hidratação e administração venosa de antibióticos.

Prevenção: Como forma de prevenção, a vacina Typhim Vi contra febre tifóide é indicada para viajantes com destino a áreas onde o risco de febre tifóide é alto.


OBS: A vacina apresenta eficácia de até 75% e oferece proteção contra a doença durante três anos. 

sábado, 18 de junho de 2011

Surgimento da vacina contra a febre amarela feita a base de plantas

Exibido em 27/01/2011 no Repórter Rio.

Sorotipo Massachusetts do VBI

O sorotipo Massachusetts é utilizado na vacina contra a Bronquite Infecciosa.
Ele foi descrito originalmente em 1941 e é considerado o tipo clássico do VBI.
A vacina desenvolvidas no campo contra BI consiste de trocar parte da espícula (S) de um vírus de BI pela espícula de outro sorotipo. A vacinação resulta na imunização contra ambos os tipos de vírus. Esta tecnologia pode trazer esperanças para um controle ainda melhor de BI no futuro.


Bronquite Infecciosa
Causa: Pode ser causada por vírus, bactérias e, especialmente, por gérmenes semelhantes às bactérias, como Mycoplasma pneumoniae e Chlamydia.

Sintomas: Começa com os sintomas de um resfriado comum, mais tarde, pode expulsar muito mais expectoração, que pode ser de cor amarela ou verde. Quando as vias aéreas inferiores estão obstruídas, a pessoa pode sentir falta de ar.

Tratamento: Recomenda-se o repouso,a ingestão abundante de líquidos e antibióticos para baixar as febres.


segunda-feira, 13 de junho de 2011

Vacina contra o vírus H1N1



Influenza A subtipo H1N1 também conhecido como A (H1N1), é um subtipo de Influenzavirus A e a causa mais comum da influenza (gripe) em humanos. A letra H refere-se à proteína hemaglutinina e a letra N à proteína neuraminidase. Este subtipo deu origem, por mutação, a várias estirpes, incluindo a da gripe espanhola (atualmente extinta), estirpes moderadas de gripe humana, estirpes endémicas degripe suína e várias estirpes encontradas em aves.
Gripe Suína – H1N1
Causas: O contágio da Gripe A é dada através do ar, por vias aéreas e através de contato direto com pessoas contaminadas.
Sintomas: São similares aos sintomas da gripe convencional, porém com maior ênfase. Os sintomas são Febre, Tosse, Dores Musculares, Cansaço, Diarréia, Vômito, Irritação nos Olhos e Fluxo Nasal.
Prevenção: Deve-se tomar a vacina contra esse vírus, mas, além disso, deve-se usar máscaras, lavar sempre as mãos com sabonete, evitar colocar as mãos nos olhos, boca e ouvidos e evitar ficar em locais fechados. Lembrando também que a carne suína não é uma fonte do vírus, desde que cozida à 71ºC.


http://www.noticiaki.com/gripe-a-h1n1-contagio-sintomas-e-prevencao.html

Salk e Sabin


 
As vacinas Salk e Sabin, são dois tipos de vacina que previnem a poliomielite.
A vacina Salk é produzida com vírus inativados, denominada Salk em homenagem à Jonas Salk, seu desenvolvedor. Os vírus são cultivados em células Vero (células de rim de macaco verde africano) e a seguir concentrados, purificados e inativados com formaldeído. A aplicação é feita pela via intramuscular ou subcutânea na dose de 0,5 ml para cada indivíduo. Crianças com até 2 anos de idade devem receber a vacina na região glútea ou na região ântero-lateral superior da coxa. Acima desta idade a vacina deve ser aplicada na região deltóide. A posologia é de 2 a 3 doses com intervalo de um mês entre elas. Os reforços devem ser feitos um ano após as primeiras doses e repetidos a cada 10 anos. Está indicada para todas as crianças acima de 6 semanas de idade, adultos viajantes para áreas endêmicas e especialmente para as crianças imunodeprimidas por doenças congênitas ou adquiridas. As contra-indicações são as gerais das vacinas, e em especial aos alérgicos à neomicina, estreptomicina e polimixina B.
A vacina Sabin é produzida com vírus vivos atenuados, também denominada Sabin, em homenagem a Albert Sabin – seu desenvolvedor -, é do tipo trivalente. É a vacina utilizada no Brasil, produzida a partir de três cepas de vírus denominadas 1, 2 e 3. É de utilização oral e a vacinação básica consiste na aplicação de três doses, a partir dos dois meses de idade, com intervalo de dois meses entre as doses (2, 4 e 6 meses). O reforço é realizado com 15 meses de idade após a vacinação básica. Devido aos riscos descritos de interferência na vacinação oral, principalmente em países tropicais e subtropicais, alguns autores sugerem a realização de um reforço anual até os sete anos, o que pode ser feito através das campanhas nacionais de imunização. A vacina não deve ser administrada a crianças com vômitos, diarréia ou processos febris de origem indeterminada. Pode ser aplicada a qualquer hora do dia, sem relação com alimentação.
Poliomielite
Causa: causada pelo poliovírus (sorotipos 1, 2, 3), que pode infectar crianças e adultos por via fecal-oral e provocar ou não paralisia. A multiplicação desse vírus começa na garganta ou nos intestinos. Dali, alcança a corrente sanguínea e pode atingir o cérebro.
Sintomas: Nas formas não paralíticas, os sinais mais característicos são febre, mal-estar, dor de cabeça, de garganta e no corpo, vômitos, diarreia, constipação, espasmos, rigidez na nuca e meningite. Na forma paralítica, quando a infecção atinge as células dos neurônios motores, destrói os neurônios motores e provoca paralisia flácida em um dos membros inferiores. A doença pode ser mortal, se forem infectadas as células dos centros nervosos que controlam os músculos respiratórios e da deglutição.
Tratamento: não há tratamento específico para a doença, mas alguns cuidados são indispensáveis para controlar as complicações e reduzir a mortalidade: repouso absoluto nos primeiros dias para reduzir a taxa de paralisia; mudança frequente de posição do paciente na cama, que deve ter colchão firme e apoio para os pés e a cabeça; tratamento sintomático da dor, febre e dos problemas urinários e intestinais; atendimento hospitalar nos casos de paralisia ou de alteração respiratória; acompanhamento ortopédico e fisioterápico.

Prevenção: a única forma de se prevenir a doença, é por meio da vacina. Esta vacina é 100% efetiva.

http://www.vacinas.org.br/
http://www.infonet.com.br/saude/ler.asp?id=73854&titulo=saude
http://www.drauziovarella.com.br/Sintomas/6360/poliomielite

domingo, 12 de junho de 2011

BCG (Bacilo de Calmette-Guérin)


A vacina BCG é utilizada na prevenção da tuberculose e da hanseníase e deve ser administrada em todos os recém-nascidos. Após aplicação da vacina é esperado o aparecimento de um “pequeno caroço" avermelhado no local da aplicação em 2 a 6 semanas. Esta marca pode atingir até 3 mm ao final da sexta semana e, a partir daí, regredir até desaparecer, deixando uma pequena cicatriz.
Tuberculose:
A tuberculose é uma doença infecciosa causada por um microrganismo chamado “bacilo de Koch” (BK), conhecido também pelo seu nome científico de Mycobacterium tuberculosis.. Apesar de atingir principalmente os pulmões, pode ocorrer em outras partes do nosso corpo, como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro).

Sintomas: Tosse seca e contínua,  febre baixa, suores noturnos, perda de apetite, fraqueza, cansaço e perda de peso; em casos mais graves os sintomas evoluem para dificuldade para respirar, dor no peito e tosse com eliminação de sague.


Tratamento: É feito à base de antibióticos, com duração de aproximadamente seis meses. As medicações são distribuídas gratuitamente pelo sistema de saúde, através de seus postos municipais de atendimento. 

Prevenção: A utilização da vacina BCG.








OBS: BCG confere cerca de 50% de proteção para todas as formas de tuberculose

Hanseníase:
É causada pelo bacilo de Hansen, o Mycobacterium leprae: um parasita que ataca a pele e nervos periféricos, mas pode afetar outros órgãos como o fígado, os testículos e os olhos. Não é, portanto, hereditária.

Sintomas: sensação de formigamento, fisgadas ou dormência nas extremidades; manchas brancas ou avermelhadas, geralmente com perda da sensibilidade ao calor, frio, dor e ao toque; áreas da pele que apresentem alteração da sensibilidade e da secreção de suor; caroços e placas em qualquer região do corpo e diminuição da força muscular.



Tratamento: A hanseníase tem cura e seu tratamento é realizado através de medicamentos via oral. Esta doença é tratada nas unidades de saúde e seu tratamento é gratuito.

Prevenção: A vacina BCG, que faz parte do calendário de vacinação infantil, ajuda a prevenir a hanseníase. Além disso, outra maneira de prevenir a Hanseníase é tratar rapidamente as pessoas doentes, evitando a transmissão para outras pessoas da família.