sexta-feira, 10 de junho de 2011

Vacina Antiamarílica


A pessoa que toma a vacina fica protegida contra a febre amarela, que é uma doença infecciosa, causada por um vírus transmitido por vários tipos de mosquito. Um dos tipos de febre amarela é a urbana a qual não ocorre no Brasil desde 1942, em que o transmissor da doença é o mosquito Aedes aegypti, o mesmo da dengue. A forma da doença que ocorre no Brasil é a febre amarela Silvestre.

Sintomas: Febre alta repentina, calafrios, dor de cabeça, náuseas e pode ocasionar sangramento no fígado, no cérebro e nos rins, podendo, em muitos casos, causar a morte.

Tratamento: A febre amarela não tem tratamento específico e as pessoas com suspeita de febre amarela devem ser internadas para investigação diagnóstica e para hidratar e tomar antitérmicos.

Prevenção: Pessoas que residem ou viajam para zonas endêmicas de febre amarela devem ser vacinadas.

OBS: A vacina, com 95% de eficácia, tem validade de 10 anos, é composta de vírus atenuado e só faz efeito 10 dias após sua aplicação.

Pesquisa sobre vacinas

 
Entrevista em Jardim da Penha, no dia 08/06/2011, com pessoas que passavam no local no momento em que estavamos lá. 

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Vacinas - saiba mais



A primeira vacina de que se tem registro na história surgiu em 1796, quando o médico britânico Edward Jenner desenvolveu uma forma de imunização contra a varíola. Ele descobriu que, ao expor uma pessoa à versão bovina do vírus, ela tinha inicialmente reações leves, mas com rápida recuperação e, mais tarde, desenvolvia imunidade contra a versão humana da doença. Ao entrar em contato com o sistema imune, a vacina provoca uma reação de proteção e gera nele uma memória, explica a professora Wirla Maria Tamashiro, do Departamento de Microbiologia e Imunologia do Instituto de Biologia da Universidade de Campinas (Unicamp). Essa memória possibilita que o sistema imunológico tenha uma resposta rápida e eficiente de controle infeccioso quando o mesmo agente entrar no organismo. 

Apesar de os cientistas conhecerem esse mecanismo, o processo de produção de vacinas não é simples. Existem várias formulações diferentes de vacinas. Em primeiro lugar é preciso identificar o agente causador da doença que se quer combater, diz a professora. Ela explica que a vacina pode ser produzida a partir de componentes de um microorganismo ou dele próprio, morto ou atenuado. No caso da poliomielite, por exemplo, o agente causador é isolado e trabalhado em laboratório até que se consiga uma cepa atenuada do vírus. Ela não tem o mesmo poder de infecção e é suficiente para induzir uma proteção no hospedeiro.

Mas nem sempre o microorganismo em si é responsável por provocar a doença. Às vezes, a causa é uma substância tóxica que ele produz, então a vacina precisa neutralizar essa toxina. Em outros casos, o problema não é o vírus ou a bactéria, mas a quantidade dele no interior do hospedeiro, então é preciso controlar sua multiplicação, esclarece Wirla Tamashiro. Ela também ressalta que alguns vírus, como o HIV, possuem mecanismos de escape do sistema imunológico muito eficientes, tornando o trabalho de produção de vacina muito mais difícil. A gente pode produzir anticorpos mas eles não são suficientes para proteger, porque o vírus fica escondido dentro de uma célula do próprio sistema imune, que não consegue enxergá-lo. Além disso, ele consegue passar de uma célula para outra sem ter acesso aos anticorpos em circulação. Por isso, a professora acredita que a descoberta de uma vacina nesse caso ainda pode levar muitos anos ou até mesmo nunca acontecer.

revistaescola.abril.com.br/ciencias/fundamentos/como-funcionam-vacinas-como-sao-produzidas-480252

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Como são feitas as vacinas


As vacinas são feitas com microorganismos vivos como vírus ou bactérias que foram modificados ou atenuados para serem menos prejudiciais ou não-virulentos quando inoculados, mas ainda assim serem capazes de induzirem proteção. Em outros casos, microorganismos, quando mortos ou inativados, podem permanecer imunogênicos, mas não se multiplicarem depois da injeção.
Então, a maioria das vacinas pode ser classificada em: replicantes (ou vivas-atenuadas) e não-replicantes (mortas). Estes dois tipos podem ser subdivididos dependendo se o microorganismo completo é usado na sua forma natural ou nativa, ou se algum componente ou componentes do microorganismo são usados, ou se foram aplicadas tecnologias inovadoras como a recombinação genética. Para conveniência de uso muitas vacinas contém mais de um microorganismo e são chamadas vacinas combinadas.

terça-feira, 7 de junho de 2011

A origem da vacina

Vacina: palavra de origem latina, que veio de vacca.
Segundo relatos históricos, a primeira vacina teria sido descoberta pelo médico inglês Edward Jenner, em 1796. Era uma vacina contra a varíola (doença que provoca erupções na pele e deixa cicatrizes).
Naquele período, os surtos de varíola eram comuns em várias partes do mundo, inclusive na Inglaterra, matando quase 30% das pessoas infectadas.
Edward Jenner observou que as pessoas infectadas com a varíola bovina (cowpox) não contraíam a varíola comum (smallpox) estudando o caso por vários anos.
Ao observar que pessoas que ordenhavam vacas não contraíam a varíola, desde que tivessem adquirido a forma animal da doença, Jenner extraiu o pus da mão de uma ordenhadora que havia contraído a varíola bovina e o inoculou em um menino saudável, James Phipps, de oito anos, em 04 de maio de 1796. O menino contraiu a doença de forma branda e logo ficou curado. Em 1º de julho, Jenner inoculou no mesmo menino líquido extraído de uma pústula de varíola humana. James não contraiu a doença, o que significava que estava imune à varíola. Estava assim, descoberta a primeira vacina.
A comunidade médica ficou indiferente, porém dois anos depois Jenner divulgou os resultados de sua pesquisa em um livro e finalmente conseguiu reconhecimento no meio científico. Posteriormente, a vacina difundiu-se pela Europa e depois pelo mundo. 
 

Funcionamento das vacinas

O vídeo abaixo, explica de uma forma resumida, o que as vacinas fazem no nosso corpo, e como nós ficamos imunizados de certas doenças após tomar as vacinas. O vídeo mostra uma parte do programa "Bem Estar" exibido pela Globo.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Vacina Tríplice Viral



Como apresenta no próprio nome, a Tríplice Viral protege a criança de três doenças: Sarampo, Rubéola e Caxumba. É aplicada através de injeção em dose única aos 12 meses de idade e um reforço entre os quatro e seis anos de vida ou nas campanhas de segmento. Não é necessária a aplicação de mais de duas doses.

As doenças:

Sarampo

Causa: Um vírus e ainda é uma das causas mais freqüentes de morte em crianças no mundo.
Transmissão: É uma doença transmissível de pessoa para pessoa através das secreções do espirro, fala e tosse, principalmente em ambientes fechados. A transmissão acontece quatro dias antes da aparição das manchas avermelhadas pelo corpo e até quatro dias depois.
Os sintomas aparecem depois de dez dias da infecção: febre alta, tosse, coriza e manchas avermelhadas pelo corpo.
Tratamento: Vacinação.

Rubéola
Transmissão: A transmissão ocorre através das secreções da fala, tosse e espirro de uma pessoa contaminada. O período de transmissão é de uma semana antes até cinco ou sete dias após o aparecimento das manchas avermelhadas no corpo.
Sintomas: Na metade dos casos os sintomas podem não aparecer. Os sintomas mais comuns são febre baixa, aumento de gânglios no pescoço, manchas avermelhadas na pele, começando pelo rosto, passando pelo tronco e membros, chegando aos pés. É uma doença mais comum em crianças e aparece como se fossem picadas de mosquito na pele. Caso o vírus da rubéola infecte gestantes, principalmente no primeiro trimestre da gestação, pode causar aborto, morte do feto, parto prematuro e mal-formações congênitas.
Tratamento: Não há tratamento específico para a rubéola, somente para amenizar seus sintomas. Uma medida profilática é a vacinação.

Caxumba
Transmissão: A caxumba é uma doença transmissível de pessoa para pessoa através das secreções da fala, tosse e espirro de pessoas infectadas.
Sintomas: Às vezes é assintomática ou apresenta sintomas leves como febre e aumento das glândulas salivares. Se a doença agravar, pode ocorrer o comprometimento do o sistema nervoso central (meningoencefalite) e testículos (orqui-epididimite) e, em casos muito graves, resulta em surdez e esterilidade.
Profilaxia: Vacinação.

Cobertura Vacinal de rotina com tríplice viral na faixa de 1 ano -  Fortaleza - Ceará 2000 a 2005

Fontes:
LOPES, Sônia. Biologia- volume único/ 1ª edição. São Paulo: Saraiva, 2005.